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TRATAMENTOS


TERAPIA EMDR Eye Movement Desensitization and Reprocessing


É uma terapia de dessensibilização e reprocessamento através da estimulação bilateral cerebral, sucesso nos EUA. Trata-se de uma abordagem psicológica nova, com resultados eficientes e mais rápidos quando comparados aos da psicoterapia tradicional. É recomendada para fobias, traumas e outros casos.

Inicialmente foi usada para transtorno do estresse pós-traumático - TEPT, causado, por exemplo, por acidente, violência, abuso, desastre natural, assalto, luto e bullying. No entanto, resultados impressionantes têm sido encontrados em quadros como os de ansiedade, síndrome do pânico, fobia, desatenção, hiperatividade, transtorno de personalidade e de alimentação, dificuldade de relacionamento, autolesão, ideação e comportamento suicida, depressão, dependência química, TOC, medo, dor crônica, bruxismo, casos psicossomáticos, dentre outros. Além disso, essa técnica apresenta um resultado ainda melhor em crianças por conta destas terem um caminho de memória mais curto.

Pesquisas mostram que a patologia psicológica é normalmente associada a algum acontecimento passado mal processado a nível cerebral. Isso porque, como o cérebro é dividido em um hemisfério emocional e outro racional, quando acontece uma situação difícil, as informações podem ser mal armazenadas entre essas duas partes, dificultando a comunicação entre elas. Assim, o trauma passa a interferir na vida mesmo sem ser percebido.

Através da EMDR, as áreas cerebrais são ativadas, fazendo com que os eventos bloqueados sejam dessensibilizados, processados e adaptados de forma saudável. Assim, o sintoma desaparece e o paciente passa a desfrutar de uma vida melhor por não estar mais tendo sua vida comandada por uma memória do passado – ainda que não se tenha dado conta disto.

Por fim, é importante ressaltar que a terapia EMDR é recomendada e aprovada pela Associação Psiquiátrica Americana e pela OMS como um dos dois principais métodos para o tratamento de situações traumáticas.

Depoimento de paciente: “Eu fiz mais progresso em três meses de EMDR do que em vinte anos de terapia convencional.” rsaude.com.

Ronize Patrícia Silva Ferreira
CRP 12/02648


Criança precisa de Terapia?




Terapia infantil – as expectativas de resultados duradouros em menos tempo em Psicoterapia infantil já é uma realidade

Iniciei meu trabalho clínico em 1998 e, por muitos anos, trabalhei exclusivamente com crianças. Ao conhecer a Terapia EMDR, em 2016, minha prática se tornou mais gratificante, pois a qualidade do resultado do trabalho e a qualidade de vida dos pequenos pacientes passou a ser surpreendentemente melhor.

A Terapia EMDR se dá por meio da dessensibilização e reprocessamento através da estimulação bilateral cerebral. Nela, o lado inteligente do cérebro do paciente é ativado e se torna o protagonista do resultado. Assim, ele absorve intensamente a informação, pois o lado de seu cérebro inteligente, racional e lógico está atuando, registrando e organizando o conteúdo. Aqui, portanto, o sistema de autocura emocional do organismo é ativado.

Esta abordagem foi criada na década de 80, nos EUA, pela neurologista e psicoterapeuta cognitivo-comportamental (TCC) Francine Shapiro. Atualmente, a EMDR é a abordagem número um na preferência dos americanos e pouco a pouco foi se espalhando pelo mundo, chegando no Brasil, onde estamos encontrando resultados surpreendentes.

Trata-se de uma prática integradora da Psicologia que combina as mais eficazes intervenções de tratamentos em uma única metodologia sistematizada de trabalho. O seu objetivo é o de reduzir os efeitos das experiências traumáticas (aquilo que não foi processado pelo cérebro, ou seja, não precisa ser um grande evento). Seu propósito é processar essas experiências passadas e resolver as emoções associadas a elas. Assim, os pensamentos e sentimentos negativos que não são mais úteis serão substituídos por outros, positivos, a fim de promover um comportamento mais saudável.

Dentre outros diferenciais, a Terapia EMDR apresenta resultados mais rápidos e eficazes quando comparados a abordagens tradicionais da Psicologia. Os resultados são ainda mais breves e notáveis em crianças, pois estas apresentam um caminho de memória mais curto, o que minimiza o seu sofrimento e faz com que cresçam livres dos sintomas, abertas a aprendizagens e a relacionamentos saudáveis.

A modernidade da técnica, com seus instrumentos e equipamentos, aliada à experiência profissional do Psicólogo e com o manejo adequado do quadro têm um resultado muito positivo.

No tratamento infantil, o primeiro contato é com o responsável. Neste encontro, fazemos uma coleta de dados da vida da criança desde os antecedentes da gestação até os dias atuais. Nos encontros com a criança, é estabelecido o vínculo terapêutico e a abordagem é desenvolvida em suas oito etapas, de forma lúdica, posto que usamos estórias, desenhos, personagens e brinquedos como auxiliares. As crianças muito pequenas e os bebês entram no consultório com um responsável, já as maiorzinhas fazem sua sessão com a Psicóloga.

É indicada para o tratamento de: traumas; fobias; luto; lembranças dolorosas; transtornos de ansiedade; transtornos impulsivos; transtornos depressivos; síndrome do pânico; pesadelos, terror noturno; transtornos nos relacionamentos interpessoais; divórcio dos pais; transtornos alimentares; transtornos relacionados à educação sexual; abuso sexual; distúrbios do sono; enurese; encoprese e dificuldades na aprendizagem entre outros.

Ronize Patrícia Silva Ferreira
CRP 12/02648


Ludoterapia e Psicoterapia infantil


A Psicoterapia infantil é, para mim, a parte mais apaixonante da Psicologia, mesmo porque, independentemente da idade, todos temos a nossa criança interna.

Os atendimentos são destinados a crianças de todas as idades, a partir do nascimento, sendo a primeira consulta feita com os pais.

As abordagens com as quais trabalho com as crianças são basicamente a Ludoterapia, que é a terapia através do brinquedo, e a Terapia EMDR infantil.

A Ludoterapia propõe o brincar como meio natural de autoexpressão da criança, pois é através dos jogos e brinquedos que os pequenos pacientes liberam seus sentimentos e aprendem a lidar com suas dificuldades, capacidades e limitações.

Esta abordagem é um método que ajuda as crianças a se ajudarem.

O terapeuta aceita a criança como ela é, estabelecendo uma sensação de permissividade no relacionamento, proporcionando à criança segurança, liberdade e respeitando sua independência, permitindo-lhe ser ela mesma, aceitar-se completamente e aprender a se conhecer.

Além disso, a Ludoterapia visa trazer a criança à realidade, de forma natural, sendo essa terapia um ponto de partida para o crescimento e amadurecimento natural da criança.

Na relação terapêutica, a criança compartilha com o terapeuta o seu mundo interior e, através dessa participação, alargam-se os horizontes de seus mundos.

Ronize Patrícia Silva Ferreira
CRP 12/02648


Orientação a pais


Não seria maravilhoso passar pela infância e adolescência de seus filhos com um relacionamento próximo, amoroso e alegre e juntos encontrarem soluções satisfatórias aos desafios que surgem?

O que os pais querem para seus filhos? Provavelmente que sejam felizes, que se tornem pessoas fortes e mais humanas.

Como é possível conseguir relações menos aflitivas e mais gratificantes entre pais e filhos? Com certeza a partir de uma comunicação mais sincera e eficaz.

Mas muitos pais tem dificuldade em comunicar-se com seus filhos de maneira construtiva.

Vamos falar sobre habilidades que os pais querem desenvolver.

Esta é uma oportunidade de ajudar os pais a criar filhos mais felizes, fortes e saudáveis emocionalmente.

Buscando a dignidade e humanidade de pais e de filhos.

São duas pessoas diferentes se relacionando, capazes de ter dois tipos de sensações, sem nenhum estar certo ou errado, pois cada um tem a sua maneira de sentir.

Mas precisamos aumentar a capacidade de aceitar os sentimentos dos filhos.

Mudar atitudes é como aprender uma nova linguagem e eu estou aqui para te ajudar neste aprendizado.

Pois a fala automática acaba levando a conflitos.

Pouco a pouco você perceberá a mudança no cenário afetivo da casa, com o objetivo de sentir a família unida, num clima de crescimento e tranquilidade.

Nós iremos aprender a falar com os filhos de forma a construir uma auto estima, positiva e realista, preservando a dos pais, este aspecto é imprescindível pois uma criança com a auto estima elevada tem mais confiança em si, estabelece metas e objetivos elevados, esforça-se para atingi-los e consegue enfrentar com maior tranquilidade as dificuldades.

A educação deve partir do princípio do respeito pelos filhos e principalmente pelos pais.

Precisamos resgatar valores como respeito, empatia, alegria, honestidade, iniciativa e perseverança para ajudar a criança a lidar com seus sentimentos.

Como ouvir seu filho?

Como aceitar seus sentimentos negativos?

Como conseguir a sua cooperação?

Quais as alternativas possíveis e e educativas ao castigo?

Como estimular a autonomia e a responsabilidade?

Como elogiá-los de maneira construtiva?

Como tirá-los de rótulos estabelecidos?

Muitas vezes, sem querer dizemos a nossos filhos para não confiarem nas suas percepções, e sim na nossa

Por exemplo:

Estou cansado - você não pode estar, acabou de tirar uma soneca! estou com calor - tá frio, coloque um casaco

Esse programa foi chato - Não, foi muito interessante, educativo Quem nunca?

Comece a se colocar no lugar do seu filho, se pergunte: suponha que eu fosse uma criança cansada, com calor ou com sono e quisesse ser entendida, como seria?

Quando vc se conecta com os sentimentos da criança, suas palavras mudam, vc passa a dizer:

Então vc ainda está cansado mesmo após tirar um a soneca.

Eu estou com frio, mas acho q pra vc está quente.

Vejo q vc não gostou deste programa.

Somos levados a negar os sentimentos de nossos filhos.

O q vc responderia se seu filho falasse:

“Eu não gosto do meu irmão”

“Minha festa de aniversário foi uma droga” (depois de vc fazer a melhor festa que pode)

“Não vou mais usar meu aparelho, está me machucando e não importo com o que o ortodontista disse”

“Estou louco de raiva, só porque me atrasei 2 minutos, o treinador me tirou do time”

Você poderia responder: “não é assim, eu sei q no fundo do seu coração vc realmente adora seu irmãozinho”

“Do q vc está falando? vc teve uma festa maravilhosa? Esta foi a ultima festa q vc teve”

“Seu aparelho não pode machucar tanto, depois de todo dinheiro q gastei na sua bocam vc vai usar e pronto”

“Vc não tem direito de ficar zangado com seu professor, a culpa é sua, vc deveria ter chegado na hora”

Como as crianças se sentem quando ouvem estas falas?

A chave é a empatia... Imagine que vc ganha uma bronca do seu chefe na frente de seus colegas e fica tão chateado q vai desabafar com um amigo, ele tenta lhe ajudar de 8 formas diferentes.

1. Observe como vc se sente quando negam seus sentimentos - “Não há razão para se aborrecer tanto... vamos lá sorria”

2. Ou lhe da uma resposta filosófica - “Olha a vida é assim, as coisas não são como queremos, vc tem q aprender a aceitar, nesse mundo nada é perfeito”

3. Conselho - “Sabe o q vc deveria fazer? Amanhã peça desculpas para seu chefe, se vc for esperto q quiser manter seu emprego tenha cuidado”

4. Perguntas - “Isso já tinha acontecido antes? Porque vc não se defendeu?”

5. Defesa da outra pessoa - “Eu posso entender a reação de seu chefe...”

6. Piedade - “Oh coitado isso é terrível, tenho até vontade de chorar”

7. Bancando psicanalista - “Vc já pensou q o real motivo de vc estar aborrecido é pq seu chefe representa a figura paterna na sua vida?”

8. Resposta empática - “uma tentativa de perceber o sentimento do outro - “Puxa, parece q essa foi uma experiencia desagradável. Ser atacado desse jeito na frente de outras pessoas, especialmente depois de ter tido um dia tão difícil, deve ter sido duro de engolir”

Quando estamos aborrecidos ou magoados a última coisa q queremos ouvir é conselho, filosofia, psicologia ou o ponto de vista dos outros, essas respostas só nos fazem sentir pior e vc pensa deixa pra lá, o que adianta continuar?

Quando somos ouvidos nos sentimos melhor e mais capazes de lidar com o problema.

O mesmo acontece com nossos filhos, eles também podem enfrentar sozinhos se tiverem um ouvido atento e uma resposta empática. Mas falar a língua da empatia não é algo q vem naturalmente, não faz parte da nossa língua materna, a maioria de nós cresceu tendo nossos sentimentos negados. Para nos tornarmos fluentes nesse novo idioma da aceitação, temos q aprender e praticar.

Então como ajudar:

1. Em vez de ouvir parcialmente - Ouvir com toda atenção. Pode ser desencorajador tentar falar com quem só diz estar ouvindo... é muito mais fácil contar seus problemas a um pai q realmente está ouvindo, ele nem tem de dizer nada. Muitas xs tudo o q a criança precisa é um silencio compreensivo.

2. Em vez de perguntas ou conselhos - reconhecer seus sentimentos com palavras "Oh..., Hum..., sei..." A criança tem dificuldade de pensar de forma clara quando alguém fica perguntando, culpando ou dando conselhos. As simples palavras Oh, Hum ou sei... ajudam muito. Esse tipo de palavra, combinado com uma atitude de se importar, permite q a criança explore seus próprios pensamentos e sentimentos e é provável q elabore suas próprias soluções.

3. Em vez de negar sentimentos - Dar um nome a seus sentimentos. É estranho. Quando pedimos, mesmo com delicadeza, que a criança não dê importância a um sentimento desagradável, parece q ela só fica mais chateada. Geralmente os pais não respondem desse modo, por temer que, ao nomearem o sentimento, ele piora. Mas o oposto acontece, a criança fica profundamente confortada quando ouve as palavras do q está vivenciando. Pois sentem que alguém reconheceu sua vivência interna.

4 Em vez de explicações e lógica - Realizar seus desejos no nível da fantasia. Quando as crianças querem algo que não podem ter, os adultos respondem com lógica e muitas vezes quanto mais os adultos justificam, mais elas protestam. As vezes ter alguém q entenda o quanto você deseja algo torna a realidade mais tolerável. Por exemplo se a criança quer brincar com um primo que está estudando, vc pode falar: eu sei q vc quer muito... eu gostaria que 200 primos estivessem aqui neste momento... ou se quer sorvete e não tem a mãe pode responder eu sei q vc quer muito... eu gostaria de ter um sorvete gigante para te dar... indo para o mundo da fantasia a criança começa a se descontrair, leva a vida, os problemas de forma mais leve, mais na brincadeira e se acalma. Mais importante que as palavras é a atitude, neste momento a entonação deve ser de compaixão e empatia, quando estes sentimentos são reais falam direto ao coração da criança.

Nomear os sentimentos muitas vezes não é fácil, mas é importante pois quando aprendem a expressar com palavras o qur estão sentindo, podem começar a ajudar a si mesmas.

Quando reconhecemos os sentimentos da criança, nós a ajudamos muito: pois colocamos ela em contato com quem ela é e onde está, e quando ela tem clareza de seus pensamentos e sentimentos sua autoconfiança aumenta e ela ganha coragem para buscar soluções.

É importante falar que todos os sentimentos devem ser aceitos. Certas ações devem ser limitadas. Estou vendo q vc está com muita raiva do seu amigo. Diga a ele o q vc quer com palavras e não com os punhos.

Vamos resumir?

1. Ouvir com atenção
2. Aceitam o sentimento com uma palavra: "Oh... hum... sei..."
3. Dar um nome ao sentimento. Por exemplo: isso parece frustrante
4. Você pode realizar seus desejos no nível da fantasia: "Eu gostaria de poder fazer esta banana ficar madura agora mesmo!"

Perguntas comuns feitas pelos pais:

1. É importante que eu sempre seja empático com meu filho? Não. A empatia é para ocasiões que a criança quer que você saiba como ela se sente. Devemos prestar atenção principalmente quando há uma emoção negativa, podemos encarar a emoção negativa como um machucado físico, quando eu dou a mesma atenção a tristeza do meu filho, que daria para um braço quebrado, estou no caminho certo. Mesmo porque um diálogo casual ou uma emoção positiva temos facilidade de lidar com naturalidade. Conversa casual: mãe vou na casa do meu amigo, basta responder: ok, obrigada por avisar. Emoção positiva: Tirei 9,7 na prova! Vc responde: Uau 9,7 Assim é a emoção negativa que nos exige um esforço e atenção maior.

2. O que há de mal em perguntar ao filho diretamente: "Por que você se sente desse jeito?" Algumas crianças conseguem dizer porque se sentem mal, mas muita não então é mais útil falar: "Vejo que algo está deixando você triste", do que ser interrogada com: "O que aconteceu?" ou "Porque você está se sentindo assim?" Quando a criança não se sente bem temos que evitar pressionar pedindo explicações, pois é mais fácil falar com um adulto que aceita e entende seus sentimentos.

3. Você está dizendo que devemos deixar nossos filhos saber que concordamos com seus sentimentos? Não, as crianças apenas precisam ter seus sentimentos reconhecidos, pois assim amplia seus pensamentos. Ouvir você tem razão, encerra o assunto e ouvir deve ser muito desapontador para você e acompanhar com os monossílabos: sei... hum... faz com que ela reflita, então o que a criança precisa é que o adulto reconheça o que está vivenciando.

4. Se é tão importante mostrar ao filho que eu entendo, o que há de errado em dizer simplesmente "Entendo o que você está sentindo"? Quando não somos específicos as crianças respondem: "Não, você não entende". Mas ela sabe que você a entendeu quando você fala: "O primeiro dia na escola pode assustar - tanta coisa nova para conhecer e se acostumar.


Ronize Patrícia Silva Ferreira
CRP 12/02648


EMDR e pós parto


Dar a luz sem dúvida é um dos eventos mais bonitos da vida de uma mulher e o pós parto é um dos momentos mais agradáveis e quando a mãe assim o sente e aproveita em toda a sua plenitude este período importante, que não volta, a criança se torna saudável emocionalmente e feliz.

No entanto, esta fase não é igual para todas mulheres, para algumas é uma etapa muito delicada, pois vem acompanhado da chamada depressão pós parto.

Com a depressão pós parto, a mãe sente que esta ocasião se torna ainda mais difícil, porque além de não conseguir cuidar de si, tem agora a responsabilidade de cuidar de outro ser.

Mas como cuidar de outro se nem de mim eu consigo?

E esta oportunidade que deveria ser só alegria e positividade, vira um grande desespero.

Com a ajuda profissional e o tratamento correto é possível virar a página e curtir esse momento tão especial.

A abordagem Psicológica EMDR apresenta resultado importante no tratamento de depressão pós parto e tem ajudado muitas mulheres a resgatar a sua vida e a poder curtir esta situação que é tão importante na vida delas.

Se você sente que algo não está legal ou conhece alguém que depois de dar a luz não se sente feliz, procure a ajuda necessária, é possível sim retomar a vida!

Procure ajuda psicológica a qualquer sinal de depressão pós parto.

Você merece ser feliz!

Ronize Patrícia Silva Ferreira
CRP 12/02648


Transtorno do déficit de atenção - TDAH e hiperatividade


O deficit de atenção e hiperatividade, TDAH como é chamado, geralmente começa na infância com um padrão de comportamento desatento, hiperativo e impulsivo.

O comportamento deve estar presente em mais de um ambiente e interferindo significativamente na vida da criança.

Os principais sintomas são: agressão, inquietação, irritabilidade, dificuldade de concentração, esquecimento, falta de atenção, ansiedade, excitação e raiva, isto não significa que todos os sintomas devem estar presente.

Geralmente é identificado mais em meninos onde predomina a hiperatividade, conforme vão crescendo, a hiperatividade vai diminuindo predominando a desatenção.

Fatores genéticos podem ser bastante relevantes para o surgimento do transtorno.

O TDAH pode ser classificado em tipos que são o desatento, hiperativo e o combinado ou misto. No tipo desatento prevalece os sintomas de desatenção, no tipo hiperativo os sintomas de impulsividade e agitação são mais evidentes e no tipo combinado ou misto tanto sintomas de desatenção como de hiperatividade e impulsividade estão presente, sendo este o tipo mais comum.

A importância de um diagnóstico bem feito é fundamental, pois muitas crianças são diagnosticadas como TDAH e na verdade não apresentam tal transtorno, pois na prática percebemos que trauma também causa este comportamento.

O tratamento é feito com Psicoterapia e em alguns casos com Psicoterapia e medicação.

Ronize Patrícia Silva Ferreira
CRP 12/02648


Traumas e situações de catástrofe e emergências


Em um mundo que passa por um número cada vez maior de crises, nós, psicólogos, precisamos ser capazes de responder com rapidez e confiança às pessoas que experimentam memórias e sintomas perturbadores relacionados a experiências traumáticas.

O Protocolo ASSYST-Remoto (Estabilização da Síndrome do Estresse Agudo - Remoto), desenvolvido por dr Nacho Jarero, pioneiro mundial nos Programas de Pesquisa e Recuperação de Trauma Humanitário EMDR Therapy, é uma ferramenta de resposta rápida no tratamento psicológico, onde alcançamos efetivamente a diminuição do sofrimento do paciente.

Neste momento de pandemia muitas pessoas estão angustiadas com o que estão vivendo, principalmente médicos e enfermeiros que estão na linha de frente, pessoas que foram ou que tiveram seus familiares contaminados, ou que estão com dificuldade financeira ou sofrendo com os efeitos do isolamento social, estas pessoas podem se beneficiar grandemente passando por este protocolo.

Ronize Patrícia Silva Ferreira
CRP 12/02648


Performance de atletas e estudantes


Atualmente, o que separa os esportistas, os estudantes, os vestibulandos e os concurseiros vencedores dos outros é a preparação emocional, pois todos estão muito bem preparados nas outras áreas. Assim, observamos que o acompanhamento com a Terapia EMDR, que é uma terapia de reprocessamento de traumas e estimulação cerebral, é o diferencial para esta população.

Ronize Patrícia Silva Ferreira
CRP 12/02648

INDICAÇÕES

  • traumas;
  • fobias;
  • luto;
  • lembranças dolorosas;
  • transtornos de ansiedade;
  • transtornos impulsivos;
  • transtornos depressivos;
  • síndrome do pânico; pesadelos,
  • terror noturno;
  • transtornos nos relacionamentos;
  • interpessoais;
  • divórcio dos pais;
  • transtornos alimentares;
  • transtornos relacionados à educação sexual;
  • abuso sexual;
  • distúrbios do sono;
  • enurese;
  • encoprese e dificuldades na
  • aprendizagem entre outros.

Você quer ser terapeuta em EMDR?

Você, Psicólogo ou médico que trabalhe com Terapia E que tenha interesse em conhecer e trabalhar com uma abordagem que apresenta resultados fantásticos, entre em contato comigo, pois terei o maior prazer em lhe passar maiores informações sobre a formação em Terapia EMDR.

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